
Por que CBG.
O que separa a CBG das alternativas disponíveis ao conselho independente.

O que separa a CBG das alternativas disponíveis ao conselho independente.
A decisão antes da decisão
Antes de contratar um avaliador, o conselho independente, o comitê especial e o administrador fiduciário enfrentam a mesma decisão silenciosa: escolher entre uma firma de auditoria com prática de avaliação, uma boutique local especializada, ou um player global sem presença regulatória brasileira. Cada uma dessas três opções tem mérito próprio e fragilidade própria. A CBG existe para preencher o espaço entre elas.
Esta página não argumenta. Apenas mostra, em três dimensões observáveis, o que separa a CBG das alternativas disponíveis: e quais perguntas o conselho deve fazer antes de assinar a carta de engajamento.
Três testes
Toda firma de avaliação respondida com sim às três passa no critério mínimo de um conselho exigente. Toda firma respondida com não a qualquer uma delas carrega risco que não é do conselho assumir.
Teste 01 · Independência
O avaliador presta serviços de auditoria, advisory ou estruturação à mesma contraparte?
A CBG não presta serviços de auditoria, M&A advisory ou estruturação societária. A firma faz uma única coisa, avaliação técnica independente, e essa restrição mecânica de escopo é o que dá ao laudo independência defensável perante auditor, regulador e contraparte. Não há mecanismo contratual ou comercial que vincule a opinião CBG a um resultado desejado pelo cliente.
Teste 02 · Profundidade técnica
O avaliador cobre, com competência, as classes de ativos envolvidas no engajamento?
A CBG cobre as seis classes técnicas de avaliação sob CPC e IFRS simultâneos: Business Valuation, Real Estate, Fixed Assets, Crédito Privado & Estruturados, Intangible Assets e Derivatives. Um engajamento PPA, uma marcação Level 3 ou uma fairness opinion sobre holding multi-ativo não exige duas firmas costuradas pelo cliente. Exige uma firma com revisão cruzada por sócio de classe distinta.
Teste 03 · Fluência regulatória
O avaliador domina o arcabouço brasileiro com a mesma profundidade do internacional?
A CBG opera fluentemente em ABNT NBR 14653, normas CVM, CPC brasileiros, Lei das S.A., e simultaneamente em IFRS, IVS e RICS Red Book. Os engajamentos cross-border conduzidos via BOKS International se beneficiam de uma única firma que entende tanto o auditor local quanto o investidor estrangeiro, sem perda de informação na tradução metodológica.
A escolha em uma tabela
Quatro dimensões objetivas, comparadas sem retórica. Cada entrada descreve a posição típica de cada categoria de firma no mercado brasileiro, sem julgar qual é melhor ou pior. A escolha depende do que está em jogo no engajamento.
| Big Four com prática de avaliação | Boutique local especializada | Player global sem presença BR | CBG Valuation Services | |
|---|---|---|---|---|
| Independência do laudo | Sujeita a restrições contratuais com auditoria/advisory à mesma contraparte. | Independência operacional, mas profundidade limitada para defender perante Big Four. | Independência preservada, mas distância do regulador brasileiro reduz força local. | Independência mecânica: escopo único de avaliação, sem auditoria nem advisory. |
| Cobertura de classes de ativos | Ampla, mas alocação interna entre áreas pode gerar fragmentação no laudo. | Tipicamente uma ou duas classes (BV, ou RE, ou FA). | Ampla, com qualidade variável conforme escritório responsável. | Seis classes técnicas em uma firma: BV, RE, FA, Crédito Privado, Intangíveis, Derivativos. |
| Fluência regulatória local | Alta. Acesso direto a auditores locais e reguladores. | Alta em uma classe; variável em outras normas. | Baixa. Frequentemente terceiriza componentes locais. | Fluência simultânea em CPC, ABNT 14653, CVM, Lei das S.A., IFRS, IVS e RICS Red Book. |
| Cobertura cross-border | Alta, via firmas-membro da network. | Baixa. Falta canal estruturado para coordenação internacional. | Alta no exterior; baixa na ponta brasileira. | BOKS International (Top 20 global, 95+ firmas-membro, 70+ países), com placement em até 48 horas. |
Como a CBG entrega
A diferença entre firmas de avaliação não está no método declarado, está na disciplina de entrega. Estes cinco compromissos são parte do escopo de qualquer engajamento CBG, sem custo adicional.
Compromisso 01
Engajamento contratado, escopo confirmado, time alocado em até 48 horas. Sem fila interna de priorização, sem alocação a júnior sem revisão. O sócio responsável está no kickoff.
Compromisso 02
Cada laudo passa por quatro revisões independentes antes da emissão: construção, revisão técnica de classe, aprovação de sócio e cross-review com sócio de outra classe. O processo é o mesmo em qualquer engajamento, do mais simples ao mais crítico.
Compromisso 03
Um sócio é o ponto de contato durante toda a vida do engajamento. Sem hand-off para gerente intermediário, sem necessidade de repetir contexto a cada interlocutor.
Compromisso 04
Toda premissa, toda calibração, toda escolha metodológica está documentada com fonte rastreável. Disponíveis para inspeção do cliente, auditor e contraparte regulatória sem trabalho adicional.
Compromisso 05
O sócio responsável defende a conclusão pessoalmente perante auditor, conselho consultivo, comitê especial ou expert witness em arbitragem. Não há laudo CBG entregue por correspondência sem disponibilidade técnica posterior.
Quatro perguntas antes da assinatura
Estas quatro perguntas, feitas explicitamente no início, evitam descoberta tardia de fragilidades no laudo. Funcionam para qualquer firma, não só para a CBG.
01.
Auditoria, advisory, structuring, tax, consultoria. Qualquer serviço que possa criar dependência comercial direta ou indireta enfraquece a posição de independência do laudo no momento em que a contraparte precisar contestá-lo.
02.
Auditor pode pedir esclarecimentos seis meses depois. Contraparte pode contestar dois anos depois. Conselho pode ser chamado em arbitragem três anos depois. O sócio que assinou precisa estar disponível, e isso precisa estar no escopo, não fora dele.
03.
Laudo sem working papers documentadas é um número. Laudo com working papers rastreáveis é uma conclusão defensável. A diferença aparece quando o auditor pede para reconstruir o cálculo. Algumas firmas tratam as working papers como confidenciais por padrão. Pergunte.
04.
Sócio assina, mas frequentemente a execução está com analista pouco supervisionado. Em engajamentos críticos isso é diferença entre laudo que sobrevive a teste e laudo que não sobrevive. Pergunte o nome e a senioridade de quem efetivamente está no modelo.
Reunião exploratória de uma hora, sob NDA, com diagnóstico inicial de cenário e mapeamento de premissas críticas.
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