O preço da última rodada mente
Por que avaliar venture capital é alocar valor, não prever futuro. Calibração contínua, modelo de opções e PWERM sob o guia AICPA e as diretrizes IPEV 2025, com o problema brasileiro de âncora.

Publicações técnicas, comentários normativos e perspectivas de mercado.
Os Insights da CBG dividem-se em duas linhas editoriais. Artigos técnicos & white papers estabelecem posição metodológica sobre temas regulatórios e normativos. Comentários & análises de mercado registram observações práticas extraídas de engajamentos em andamento e da jurisprudência setorial.
Linha editorial 01
Pesquisa metodológica e posicionamento técnico sobre temas regulatórios e normativos em valuation.
Por que avaliar venture capital é alocar valor, não prever futuro. Calibração contínua, modelo de opções e PWERM sob o guia AICPA e as diretrizes IPEV 2025, com o problema brasileiro de âncora.
Avaliar data centers, o ativo imobiliário mais disputado e pior compreendido do ciclo. Por que mercado, renda e custo se comportam de forma atípica em ativos dominados por infraestrutura crítica.
O valor justo de direitos creditórios em FIDCs sob o Nível 3. Fluxo esperado, taxa de desconto, prazo de recuperação e a cascata de cotas sob a Resolução CVM 175.
Obrigações de desmobilização e por que descomissionar é um exercício de fixed assets. A fronteira entre IAS 37, IAS 16 e IFRIC 1, aplicada a parques eólicos e infraestrutura.
Análise técnica do tratamento contábil de SAFEs (Simple Agreements for Future Equity) pela perspectiva do investidor sob normas IFRS: cobrindo emissão, marcação periódica, conversão e dissolução.
Comentário técnico à Exposure Draft do IASB sobre divulgações de goodwill, discutindo impacto na prática brasileira de impairment recorrente e na disciplina de subsequent measurement.
Aplicação dos Discounts for Lack of Marketability e Lack of Control em disputas entre sócios sob a Lei das S.A. e o Código Civil, entre Mandelbaum, Finnerty e a prática CVM.
Linha editorial 02
Posts curtos sobre práticas de mercado, jurisprudência, decisões CVM e observações pontuais sobre temas correntes em valuation.
A classificação Level 3 não é descritor contábil neutro. É sinal para o auditor, o regulador e o investidor de que a defensabilidade do valor depende inteiramente da qualidade do trabalho técnico.
Aplicar recovery rate médio histórico a uma carteira NPL é o atalho recorrente. E o mais frágil quando a operação chega ao auditor ou ao comitê.
Auditor que revisa PPA todo trimestre desenvolve faro para os mesmos vícios. Três deles aparecem com frequência desproporcional em laudos de qualidade média.
Earn-outs aparecem em operações de M&A como ferramenta de alinhamento entre comprador e vendedor. O tratamento contábil decide se entram como passivo financeiro ou como contraprestação contingente em equity.
O Exposure Draft do IASB sobre divulgações de goodwill propôs mudanças que ainda dividem opiniões. A pergunta prática é o que altera no dia-a-dia de quem testa impairment recorrentemente.
Conselheiros independentes e administradores fiduciários recorrem a fairness opinions com frequência crescente. Há confusão recorrente sobre o que essa opinião cobre e o que ela não cobre.
A diferença de risco entre cota sênior e cota subordinada de um FIDC é função direta da estrutura de waterfall. Aplicar a mesma taxa de desconto a ambas é erro técnico recorrente.