Três fragilidades estruturais. Um espaço a ser preenchido.
O mercado brasileiro de avaliação opera, hoje, em três modelos imperfeitos. Cada um com mérito próprio, cada um com uma fragilidade estrutural que compromete a credibilidade técnica do laudo. A CBG existe para preencher o espaço entre eles.
Firmas de auditoria com prática de avaliação.
Em qualquer firma de auditoria que ofereça serviços de avaliação, a sobreposição com auditoria, consultoria e advisory cria restrições contratuais e percepção de conflito. A independência torna-se difícil de sustentar perante reguladores e contrapartes externas.
Casas locais e firmas regionais especializadas.
Tipicamente operam em uma ou duas classes de ativos, sem cobertura simultânea CPC e IFRS, sem capacidade cross-border, sem documentação defensável perante auditoria global ou arbitragem internacional.
Players globais sem presença local.
Carecem de fluência em ABNT 14653, normas CVM, CPC brasileiros e Lei das S.A., e da relação direta com Banco Central, BNDES e auditores locais que engajamentos sensíveis exigem.
A CBG existe para preencher o espaço entre as três fragilidades, independente como uma boutique, técnica como uma firma global, brasileira em fluência regulatória.
